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Distopias

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Distopias

Você já ouvir falar em distopias? Um dos gêneros literários mais queridinhos dos leitores é a distopia. Eu tenho certeza que você conhece alguma obra como a série 3%, Black Mirror ou Jogos Vorazes.

Mas o que são distopias?

Antes de explicar, vamos falar de utopia, que consiste em um sistema perfeito e preza o bem estar, a felicidade e tudo melhor para as pessoas, ou seja, a sociedade perfeita.

A distopia é o oposto, a sociedade é formada por um sistema totalitário, tirano e desigual. Há muitas regras, corrupção, monitoramento da população e abuso de poder.

Geralmente ambientadas em um futuro distante, ou não, os escritores nos transportam para aquela realidade diferente, mas que carrega muitas características cotidianas.

A literatura distópica serve para causar reflexões e estranhamento no leitor ao mostrar características políticas e comportamentos que temos, isso nos faz questionar algumas coisas.

Gostou? Separamos algumas obras fantásticas que possuem essas características.

O Conto da Aia – Margaret Atwood 


O romance distópico se passa em uma sociedade onde não existem mais jornais, revistas, livros ou filmes.
Os que são contra o regime são mortos e pendurados no Muro, em praça pública, para servir de exemplo aos que planejam algo contra o sistema.
Em Gilead, regime totalitário, as mulheres são oprimidas e anuladas socialmente sem poder de voz, elas só servem para reprodução.
Elas são divididas em categorias, cada uma com uma função dentro do Estado.
O enredo gira na vida de Offred, uma aia, que pertence a categoria das mulheres férteis que agora são poucas pois o país passou por uma catástrofe nuclear que deixou parte da população infértil.

Fahrenheit 451- Ray Bradbury

A obra acompanha a história de Guy Montag, um bombeiro que possui a função de criar incêndios e queimar os livros que ainda existem. 

Tudo é controlado pelo governo e as informações são dadas por meio de Tvs instaladas nos ambientes. Os livros são proibidos pois o governo tem medo que as pessoas possam se rebelar ao ter contato com o conhecimento.

Um dia Montag conhece Clarisse, sua vizinha de 16 anos, que o faz questionar muitas questões em sua vida.
Descontente com o caminho que as coisas estão tomando, Montag tenta mudar a sociedade e sai em busca da felicidade.

1984 – George Orwell

Uma das mais clássicas distopias de todos os tempos. Winston vive em uma sociedade completamente dominada pelo Estado, no qual tudo é feito de forma coletiva, porém eles vivem sozinhos.
Todos são vigiados pelos olhos atentos do Grande Irmão, uma símbolo político e totalitário do Partido que controla Oceania, por isso ter uma mente livre é considerado crime. Cansado e angustiado, Winston se rebela com o governo secretamente, pois anseia pela liberdade e pela verdade. Ele se arrisca ao viver um relacionamento com Júlia, e juntos eles criam uma organização revolucionária secreta.

Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley

O Estado totalitário científico projeta os seres humanos, seus comportamentos e qual a posição social.
Não existe paixão ou religião, os relacionamentos emocionais intensos são anormais e proibidos.
Em 634 df, depois de Ford, Bernard Marx mesmo pertencendo à elite genética é diferente dos demais, ele se sente excluído e se rebela contra o sistema. 
Uma visita a um dos poucos remanescentes da Reserva Selvagem, onde a vida antiga, imperfeita, subsiste, pode ser um caminho para curá-lo.

Eu, Robô – Isaac Asimov

Um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, Eu, Robô, escrito por Isaac Asimov, é um conjunto de nove contos, interconectados pela Dra. Susan Calvin, que apresenta seus relatos sobre a evolução dos autômatos através do tempo. É nesta obra que Asimov apresentada as célebres Três Leis da Robótica, princípios que regem o comportamento dos autômatos em toda a sua trajetória.

O que vocês acharam das Distopias em que indicamos?

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